
Imagem representativa do traçado da linha 16E, entre a Praça do Comércio e o Parque Tejo.
Redução no tempo de deslocação
O elétrico 16E irá operar em canal dedicado, com prioridade semafórica, para permitir que os horários definidos sejam cumpridos e o tempo de deslocação na cidade seja reduzido ao longo do seu percurso. Nas passadeiras mais utilizadas serão contemplados semáforos para ordenamento e disciplina desses atravessamentos.
Estudo de procura
O estudo de procura prevê que esta nova linha venha a transportar 7,6 a 8,1 milhões de passageiros por ano. No âmbito deste estudo estima-se que entre 16 a 18% dos passageiros sejam novos utilizadores de transporte público. Este elétrico terá um elevado nível de conforto, ótima fiabilidade e elevada frequência, sendo uma verdadeira alternativa ao uso do transporte individual.

Paragens da linha 16E
- Casa dos Bicos (15E e 16E)
- Sul e Sueste (15E e 16E)
- Terminal de Cruzeiros (15E e 16E)
- Santa Apolónia
- Xabregas
- Fábrica de Unicórnios
- Marvila
- Poço do Bispo
- Braço de Prata
- Matinha
- Marina
- Oceanário
- Pavilhão de Portugal
- Gare do Oriente
- Torre Vasco da Gama
- Cais do Olival
- Passeio do Levante
- Parque Papa Francisco
- Pedro Arrupe
- Trancão
Ligações diretas
- Do Terreiro do Paço ao Parque Papa Francisco
- À linha Vermelha, Azul e Verde do Metropolitano de Lisboa
- Aos pontos mais relevantes do Parque das Nações
- À futura linha de Metrobus de Loures
Investimento e benefícios
O projeto da nova linha 16E requer 183 M€ de investimento inicial, sendo que os seus benefícios são estimados em 298 M€.



Estudo de impacte ambiental
No âmbito do Programa Base do projeto do 16E, estão a ser desenvolvidas diferentes variantes dos eixos viários e atravessamentos, que serão sujeitos a uma avaliação de impacte ambiental.
O novo traçado proposto é constituído por diferentes perfis e, em alguns troços, diferentes variantes de ruas a percorrer. Os mesmos serão avaliados em sede de estudo de impacte ambiental e escolhida a melhor opção.
O estudo de impacte ambiental está a ser desenvolvido em simultâneo com o Programa Base, o que significa que estão a ser considerados os diferentes valores em presença, nomeadamente os valores ambientais.
Eixos arbóreos salvaguardados
A metodologia de estudo da CARRIS privilegiou a identificação dos Eixos Arborizados existentes, ao longo do percurso da nova linha 16E, estando a ser desenvolvidas diferentes opções de atravessamento dos eixos viários, que serão sujeitos a uma avaliação de impacte ambiental.
A solução a implementar tem em consideração os eixos arbóreos, assegurando o crescimento do número de árvores e uma melhor qualidade de vida.
